Todos nós antes de nascermos passamos pelo processo de gestação, ficamos nove meses no ventre de nossas mães para sermos formados.

Nesse período, causamos diversos transtornos: muitas noites sem dormir, sem contar os enjoos, as muitas varizes, estrias, o desconforto provocado pelos chutes na barriga. Ainda tem aqueles quilinhos extras que causamos a nossa amada mãe, momentos de ansiedade e, por fim, as dores de parto.

Se fossemos olhar pela lógica, deveríamos ser odiados pelas nossas mães. Porém, a alegria e o amor que nasce naquele momento em que a mãe veja o filho, criado a sua semelhança, fazem a mãe esquecer todo o sofrimento causado durante aqueles nove meses de gravidez.

O apóstolo Paulo, grande discipulador do primeiro século, ao exortar os crentes da Galácia, chama-os de filhos “por quem de novo sinto as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” (Gl 4.19).

Paulo queria tanto ver o caráter que Cristo tinha formado em si, ser gerado nos seus filhos espirituais. Não lhe importava quantas vezes, mas estava disposto a sofrer por isso até alcançar o objetivo de ver Cristo ser formado em cada um deles. Ele estava seguro de que vale a pena sofrer por filhos, naturais ou espirituais, e investir em pessoas. E você, concorda com Paulo?

Pessoas, filhos ou não, devem ser amadas e não podem ser abandonadas no primeiro momento de desconforto que elas nos causarem durante o processo de gestação da vida de Cristo em si.

Não deixe de fazer o trabalho do discipulado simplesmente porque ainda não viu resultados. Continue neste chamado maravilhoso e você verá a alegria que uma pessoa em quem você investiu poderá lhe trazer.

Pastor Joelson Moabes Domingos
Inspiração: devocional Pr. Schimitt

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