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A justiça de um só tornou justos incontáveis culpados ...

" Mas, vindo a plenitude dos tempos, Deus enviou seu Filho, nascido de mulher, nascido sob a lei," (Gálatas 4:4, RC95)

" Tendo ele, pois, ainda um, seu filho amado, enviou-o também a estes por derradeiro, dizendo: Ao menos terão respeito ao meu filho." (Marcos 12:6, RC95)

"O Todo-Poderoso não nos enviou um anjo do céu, mas Seu Filho, o Criador, o Arquiteto de todo o universo, Aquele que estendeu os céus e estabeleceu os limites do oceano, e a quem os astros obedecem. Ele, o Filho de Deus, veio de Deus, enviado aos homens como Salvador. Não se apresentou para julgar-nos, mas chegará o dia em que Ele será o Juiz, e então, quem poderá suportar a Sua presença? Esse momento ainda não chegou por causa da grande paciência de Deus, o qual, não obstante, permanece imutável. Ele concebeu um sublime e maravilhoso plano, que confiou somente a Seu Filho. Primeiro quis mostrar que os homens não podiam entrar no Reino de Deus mediante seus próprios esforços. Depois, no momento determinado, Jesus suportou o peso de nossos pecados e deu Sua vida em resgate da nossa. Ele, o Santo, pelos desobedientes, o Perfe ito pelos maus, o Justo pelos injustos. Que outra coisa senão Sua justiça podia apagar as nossas injustiças? Quem, senão o único Filho de Deus, podia justificar o perverso e o ímpio? Que obra insondável! A culpabilidade de uma multidão de homens e mulheres foi assumida por um único justo, e a justiça de um só tornou justos incontáveis culpados."

(Carta de um autor desconhecido a Diognetus)

 

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