Pai e Filho” E vi os mortos, grandes e pequenos, que estavam diante do trono, e abriram-se os livros. E abriu-se outro livro, que é o da vida. E os mortos foram julgados pelas coisas que estavam escritas nos livros, segundo as suas obras.” (Apocalipse 20:12, RC95)

Estávamos conversando sobre o assunto da morte e do que vem depois dela. Um dos participantes ficou irado e perguntou repentinamente: “Devo tentar imaginar a vida após a morte?” Ele decididamente não acreditava nisso.

Se alguém planeja um feriado num lugar que não conhece, primeiro consegue um mapa e folhetos do local. Se for questão de uma expedição a lugares inexplorados, é preciso coletar todas as informações possíveis daqueles que sabem alguma coisa sobre a área ou as redondezas, simplesmente para evitar surpresas desagradáveis. É uma questão de vida ou morte do explorador.
No que se refere à vida após a morte, Deus é o único que pode afirmar algo com clareza a respeito. Por essa razão, ele nos deu uma fonte confiável de informação: a Bíblia. A primeira grande surpresa para muitos é que os mortos continuam a existir, mesmo que não queiram. Mas, ao contrário desta vida, nem posição, nem relacionamentos têm importância na vida após a morte. Todos que morreram deixando Deus de lado comparecerão diante do Juiz de todo o mundo, Jesus Cristo, para receber a sentença final. Sentença que será absolutamente justa. Será pronunciada segundo o registro celestial de cada feito e de cada omissão. O princípio contábil da partida dobrada será aplicado, pois um segundo livro será apresentado, o “livro da vida”, contendo os nomes de todos os redimidos. Esta será a prova final. Aqueles cujo nome não for encontrado neste livro estarão eternamente perdidos.

 

Pastor Edvaldo José Gonzaga de Melo
Pastor Presidente

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