” E os apóstolos davam, com grande poder, testemunho da ressurreição do Senhor Jesus, e em todos eles havia abundante graça.” (Atos 4:33, RC95)

O fato da ressureição do Senhor Jesus Cristo ocupa um importante lugar na pregação do evangelho. Nos dias dos apóstolos, o evangelho quase sempre se dirigia àqueles que pertenciam ao povo de Deus do Antigo Testamento, os judeus. Era particularmente importante para eles aprender que Jesus Cristo tinha ressuscitado dos mortos, pois isso devia convencê-los de que Ele realmente era o Messias deles. Eis por que encontramos tanta ênfase na propagação deste aspecto da verdade no livro de Atos.

Entretanto, crer na ressurreição de Cristo era igualmente importante para as nações pagãs. A natureza fundamental desta doutrina está estabelecida na Primeira Epístola de Paulo aos Coríntios, suscitaram-se dúvidas quanto à realidade da ressurreição dos mortos. Assim vemos que essas dúvidas são uma invenção dos tempos modernos. Em 1 Coríntios 15, o apóstolo associa de maneira convincente e aceitável a ressurreição dos mortos à de Cristo: ” E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou.” (1 Coríntios 15:13, RC95). E continua a explicar as consequências lógicas dessa falsa doutrina. Em última análise, não haveria segurança nenhuma: seria vã a fé em Cristo e em Sua obra, e todos os que tivessem crido estariam perdidos. Que terrível!

Porém, ele exclama triunfantemente: ” Mas, agora, Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem.” (1 Coríntios 15:20, RC95). Logo, a ressurreição de Cristo é a garantia de que nenhum crente verdadeiro entrará em juízo.

Edvaldo José Gonzaga de Melo
Pastor Presidente

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.